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Pessoas em situação de rua é pauta de reunião com órgãos municipais, estaduais e Judiciário


Em reunião com prefeitura de Porto Alegre e diversos órgãos governamentais sobre o agravamento das pessoas em situação de rua, o vereador Ramiro Rosário defendeu os direitos fundamentais das pessoas que pagam impostos, moram e empreendem em Porto Alegre. A presença persistente de pessoas em situação de rua na frente de casas e empresas cria desafios significativos que não podem ser ignorados.

Ao defender os direitos fundamentais daqueles que pagam impostos, moram e empreendem na cidade, Ramiro não nega a importância dos direitos humanos das pessoas em situação de rua. Pelo contrário, luta por um equilíbrio entre as necessidades de diferentes grupos, reconhecendo que a coexistência pacífica e justa requer consideração e respeito mútuo.


"Não podemos cair, porém, no discurso fácil da romantização do tema", ponderou Ramiro.

A segurança e o bem-estar dos pagadores de impostos são a base para a construção de uma comunidade próspera. A permanência constante de pessoas em situação de rua, muitas delas ligadas ao crime, afeta negativamente a qualidade de vida dos cidadãos, bem como a segurança e a funcionalidade das áreas em que vivem e trabalham.

Durante a reunião, o comandante da Brigada Militar na Capital, Ten. Cel. Luciano Moritz, lembrou da ação da qual o vereador Ramiro participou, ainda enquanto secretário de serviços urbanos, para a remoção de barracos que estavam tomando o Viaduto Otávio Rocha, um ícone da nossa cidade. "Naquela oportunidade, lá em 2018, fomos acusados de 'higienistas', mas nossa ação evitou que uma cracolândia se consolidasse no coração de Porto Alegre", lembrou Ramiro.

Na reunião desta quinta-feira, Ramiro fez uma série de proposições, entre elas a revisão do protocolo existente entre o Ministério Público e a FASC para facilitar o pronto recolhimento de construções irregulares, barracos e afins das ruas e praças. Além disso, Ramiro defende que os centro de atendimento à população de rua (centros POP, abrigos e albergues) não sejam instalados em áreas internas de bairros por afetar diretamente residências e empresas.

Segundo o vereador Ramiro, os espaços de atendimento de pessoas em situação de rua precisam ser mais amplos, com área de acolhimento prévio e serem instalados em avenidas de grande circulação de pessoas e áreas com menor impacto possível para ambientes residenciais. A atuação das entidades mantenedoras destes espaços, igualmente, não pode ficar restrita dos muros do espaço para dentro. "As entidades devem ser corresponsáveis sobre os efeitos da sua atividade fim no seu entorno", disse.

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1 Comment


Aos que vão contra remanejar essas pessoas, deveriam perguntar se eles gostariam de ter na sua porta, pessoas que se apoderam de locais, mantém tudo sujo, fazem brigas e são ameaça para quem ali reside e paga seus impostos! Ainda hoje assisti no centro , um drogado com suas partes de fora , tendo um a convulsão!!!! Triste ! Patético! Se não tomarmos uma atitude, em breve teremos uma Cracolândia tb!!!!

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