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  • Ramiro Rosário

Dragagem do arroio Dilúvio retira 80 toneladas de materiais


A Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (SMSUrb) informa, por meio da Divisão de Manutenção de Águas Pluviais (DMAP), os primeiros dados dos serviços de dragagem do arroio Dilúvio. Pelo menos 80 toneladas de materiais já foram retirados do trecho, entre as ruas Silva Só e São Vicente. As intervenções, que começaram no dia 8 de maio, com a construção de uma rampa de acesso ao arroio para que as máquinas pudessem chegar ao local, devem se estender até agosto deste ano.

O montante já totalizou quatro caçambas, encaminhadas para aterro com licença de operação para o recebimento desse tipo de resíduo. Outro dado que chama a atenção é a quantidade de pneus localizados nestes primeiros dias de trabalho. Pelo menos 50 pneus já foram retirados em meio à soma dragada.

“Estes mais de 50 pneus já retirados do Dilúvio evidenciam o quanto nós como sociedade cooperamos nos impactos ambientais. Neste cinco de junho, data que comemoramos o Dia Mundial do Meio Ambiente, dados como estes, somados às quase 380 toneladas de lixo já recolhidas junto a Ecobarreira, localizada no final da avenida Ipiranga, trazem a necessidade de uma mudança de postura da população em geral. O descarte irregular de lixo potencializa os problemas de drenagem da Capital, gera gastos para o erário, além de interferir diretamente na natureza. Através dos projetos desenvolvidos aqui na Secretaria de Serviços Urbanos, como o Foco no Foco e o Bota-Fora, estamos trabalhado para minimizar e combater estes problemas”, afirma o secretário de Serviços Urbanos, Ramiro Rosário.

O material retirado do arroio Dilúvio é formado basicamente por areia. Este resíduo foi classificado, a partir de análises em laboratório credenciado, como Classe II-A (NBR 10.004 de 2014), o que significa que é não perigoso e não inerte (não apresenta perigo para a área onde estão e não podem contaminar áreas de maneira irreversível).

No contrato vigente, foi inicialmente dragada a bacia de detenção do Parque Marinha do Brasil, visto que o município tinha um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com o Ministério Público que previa a dragagem da bacia uma vez ao ano. Na Bacia do Marinha foram retiradas mais de 7.300 toneladas de resíduos. Já na dragagem do canal de entrada da casa de bombas 6, localizada na avenida dos Estados, 2905 (embaixo do viaduto da Freway), no bairro Anchieta, foram 800 toneladas. A última ação, antes do início dos trabalhos do arroio Dilúvio, foi executada no arroio Cavalhada, entre a av. Icaraí e a av. Diário de Notícias. Lá foram retiradas cerca de 92.00 toneladas de material presente no arroio.

Fonte: Site da Prefeitura de Porto Alegre

Foto: Maria Ana Krack/ PMPA Texto de: Jackson LagoasEdição de: Gilmar Martins


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